No plano Radar IA a gente baixa o PDF, lê inteiro e devolve um parecer: o que está sendo comprado, quais documentos você precisa ter na mão, onde estão as pegadinhas de prazo e quais cláusulas dão margem a impugnação — com o item do edital citado.
Dispensa eletrônica para aquisição de 2 Mini PCs de alta performance e 1 Notebook, com julgamento por menor preço por item e entrega em até 30 dias. Exige documentação de habilitação enviada em até 2 horas após a solicitação do agente de contratação.
Você informa o seu custo e o preço que pretende propor. Na hora aparece quanto sobra, qual a margem, e em quantas disputas parecidas esse preço teria sido o mais barato — contado nos contratos que já fecharam, não estimado.
A conta roda inteira no seu navegador. Nem o custo nem o preço saem da sua máquina: não passam pelo nosso servidor, não ficam gravados, não aparecem em log nenhum. Custo de fornecedor é a informação mais sensível que existe no seu negócio, e a gente não quer ter ela.
“Aceita atestado de outro estado?”, “qual o prazo de garantia?”, “exige visita técnica?” — a IA responde lendo o documento e diz de onde tirou a resposta.
Por quanto editais parecidos já fecharam: quanto ficou abaixo de 25% deles, a mediana, e quanto ficou acima de 25% — mais os extremos da amostra, numa linha à parte.
E o quanto aquele mercado é aberto: quantas empresas diferentes já assinaram contrato ali e quanto fica fora das três maiores.
Só aparece com amostra mínima de quatro fechamentos. Abaixo disso não mostramos nada — três casos não são tendência, são coincidência. E isto mede quem ganhou, não quantos disputaram: o PNCP publica só o fornecedor homologado.
Quem mais vence no seu ramo e no seu estado: quantos contratos assinaram, quanto somam e o quanto o ramo é concentrado. Você descobre com quem está disputando antes de montar a proposta.
Contratos públicos do seu ramo perto de vencer. Quando um contrato acaba, o órgão quase sempre relicita o mesmo objeto — e chegar antes do edital sair dá tempo de visitar o órgão e preparar documentação.
A IA aponta exigências que restringem indevidamente a competição (marca fechada, atestado desproporcional, prazo inexequível), citando o item do edital — e monta a minuta da impugnação com base no art. 164 da Lei 14.133/2021.
As declarações que praticamente todo edital exige, preenchidas com os dados da sua empresa. Você baixa, assina e anexa.
Controle do que cada órgão te deve, com atualização monetária e juros de mora calculados, e ofício de cobrança pronto.
Um endereço .ics que você assina no Google Calendar ou no Outlook — os prazos das suas licitações aparecem lá sozinhos.
Não dizemos a sua chance de ganhar. Existe plataforma que mostra “78% de chance”. Com o volume de dado que qualquer um tem hoje no Brasil, esse número é chute com verniz estatístico — e quem perde três seguidas depois de confiar nele tem razão de ficar bravo.
O que damos no lugar é verificável: por quanto editais parecidos já fecharam (com amostra mínima de quatro — abaixo disso não mostramos nada), quantas empresas diferentes já assinaram contrato naquele ramo, quanto fica fora das três maiores, e quem vem ganhando. É retrato do que aconteceu, não previsão do que vai acontecer.
E não dizemos quantos concorrentes vão aparecer. O PNCP publica só o fornecedor homologado de cada item, nunca as propostas perdedoras — esse número não existe na fonte, e a gente não estima.
E o simulador de margem roda no seu navegador. Você informa o seu custo pra ver quanto sobra — esse número nunca chega aos nossos servidores.
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